31.5.07
30.5.07
Dos psis
E um dia fartei-me, chega de psis, chega de paroxetina e xanax. Troquei-os com vantagem por um personal trainer. Ao princípio é lixado, é a altura em que os toxicodependentes têm toda a nossa compreensão, o meu reino por uma benzodiazepina, mas depois passa.
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Etiquetas: psis
29.5.07
Ontem, durante o almoço, tornei-me invisível
Possivelmente alguma coisa que comi e que me tornou invisível. Embora a comida tivesse um ar perfeitamente inocente, ele há coisas…
Pensei em dizer alguma coisa, mas se não me viam porque razão haviam de me ouvir?
A somar à má-criação só um ego desmesurado explica tais comportamentos. No outro dia, outra aluna contava-me que é filha única e que a mãe tem uma fotografia dela em tamanho gigante na entrada da casa, a minha mãe adora-me. As mães destes meninos também os devem adorar, tão imbecizinhos.
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Etiquetas: umbiguismo e má-criação
28.5.07
Assim vai o mundo (bah)
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Etiquetas: literatura?
Coisas que nos consolam
Os chocolates Pierre Marcolini. Chama-se, a casa belga, Pierre Marcolini chocolatiers, mas Pierre Marcoline joaillier seria mais adequado.
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Etiquetas: coisas de que gosto
A mulherzinha da DREN
Deu mesmo um tiro no pé: é que o outro não deve ser nem um poucochinho melhor que ela ... e ficou-se a rir.
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Etiquetas: folhetins
Um rapaz gordo
Que hoje me dava tanto jeito. Sem gaja e de preferência com uma mantinha, que isto de aquecimento global só se for nos trópicos.
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Etiquetas: segunda-feira
25.5.07
Só vou contar isto uma vez
Vivi dos 5 aos 12 anos na Guarda que era então uma cidade ainda mais de província do que é agora. Para além de fazer as coisas normais que as crianças da altura faziam, andar sempre na rua, inspeccionar dias a fio um solar abandonado rodeado de um imenso e frondoso bosque ainda mais abandonado, escalar uma muralha do castelo e passar tardes numa pedreira, para além de percorrer a cidade de lés a lés quantas vezes me apetecia… para além dessas coisas, era uma criança de escola com tendência para umas brincadeiras que hoje seriam consideradas muito perigosas. Numa época ia para a esplanada do Café Mondego, que era o café que por ficar perto do quartel era frequentado pelos magalas e fazia com uma amiga exibições de luta livre e de combates de boxe e no fim pedíamos aos magalas dinheiro para chicletes e eles riam-se bastante connosco e davam-nos 1 escudo. O que era bastante inocente e inócuo quando comparado com a outra brincadeira. Morava na rua do liceu e não sei que idade teria quando começou por lá a passar um rapaz que conduzia um belo carro descapotável. Eu e a minha amiga arranjámos maneira de conhecer o rapaz (possivelmente fazendo-lhe paragem, já não me lembro) e sempre que ele passava pedíamos-lhe para nos levar a dar uma volta, o rapaz metia-nos no carro ia até ao fim da rua, voltava para trás e largávamo-nos sãs e salvas à porta de casa. Pode-se dizer que tive um anjo da guarda a zelar por mim mas foi essa infância livre e despreocupada, e que correu bem, que fez com que eu acreditasse na bondade da maioria, da grande maioria, das pessoas. E acredito, que se hoje os meus filhos tivessem a liberdade que eu tive possivelmente iam sair-se tão bem como eu me saí. Aliás, quando eles começaram a andar sozinhos pela rua a minha maior preocupação foi sempre com acidentes, com atropelamentos. E para relativizar, convém dizer, que já na minha infância, a minha professora primária, a bondosa e pia Dona Olimpinha, nos alertava para os perigos de falar com estranhos, de aceitar chicletes, bebidas e autocolantes de desconhecidos.
Epílogo – já o contei noutro lado, essa minha amiga hoje é Carmelita, daquelas de voto de silêncio.
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21.5.07
Mais simplex não podia ser
era uma conservatória muito organizada
A história foi-me contada por um colega:
um casal de nubentes dirigiu-se à conservatória do Registo Civil para marcar o casamento. Ao que a conservadora os informou: pode ser em qualquer dia da semana, de segunda a sexta, tem é que ser de manhã, que nós aqui separamos bem as coisas, de manhã fazemos casamentos, à tarde divórcios.
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Etiquetas: casamento e divórcio
Ceylon Orange Pekoe Tea
Adoro ler a Alexandra.
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Etiquetas: outros blogs
Preocupante,
muito preocupante . Digo mais, um nojo...
espera-se que seja apenas a loucura de uma chefe que o não devia ser. Chefes loucos, inebriados pelo poder, sempre os houve, independentemente das políticas ou dos regimes. Mas enquanto não se vir uma pronta reacção do Ministério da Educação não podemos deixar de pensar no pior.
Ler mais aqui e aqui.
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Etiquetas: censura e delação
14.5.07
As Marias
Lindas Marias, lindas meninas-mulheres guardiãs dos nossos verdes anos.
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Etiquetas: República das Marias do Loureiro
11.5.07
Eu e os comboios
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Etiquetas: comboios e viagens
9.5.07
Chez Claire
Comido que estava o salmão, vem a chefe de sala, parece-me que houve um engano e que lhes foi servida a escolha da mesa atrás dos senhores, mas os senhores não disseram nada, a mesa atrás é que reclamou. Muitos risos, pois nós já tínhamos reparado, pois é verdade não reclamámos, pois, todos a rir, a chefe de mesa e nós. Vem o cozinheiro de chapéu branco, gostaram, estava tudo bom? Tudo óptimo, responde a grega, e para nós, coitado este não teve culpa, cozinhou o que lhe mandaram cozinhar. Desistimos da sobremesa, só café com petits fours. Pago o jantar pedimos um táxi, com certeza, temos o nosso private house táxi. Uhm, house taxi??? Saímos do restaurante, meia hora de frio depois voltamos a entrar, o vosso house taxi ainda não chegou. Oh sorry, os senhores ainda aí estão? Deve ter havido algum engano, vamos voltar a chamar.
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Etiquetas: equívocos, restaurantes
Cortejo
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Etiquetas: Coimbra, sociedade, Universidade
2.5.07
Tenho um animal morto no meu prato
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Etiquetas: fast-food, outros blogs, USA

