Ontem, durante o almoço, tornei-me invisível
Fui comer a uma cantina da universidade, como de costume. Estava sozinha e sentei-me numa mesa corrida ao lado de 3 rapagões dos seus vinte e poucos anos, provavelmente, e dada a localização da cantina, alunos de medicina. Durante toda a refeição os rapagões pronunciaram-se ordinariamente acerca das colegas que passavam, gabaram as suas (deles) proezas sexuais, disseram palavrões, e nem sequer, por uma vez que fosse, olharam para o lado para a minha pessoa.
Possivelmente alguma coisa que comi e que me tornou invisível. Embora a comida tivesse um ar perfeitamente inocente, ele há coisas…
Pensei em dizer alguma coisa, mas se não me viam porque razão haviam de me ouvir?
A somar à má-criação só um ego desmesurado explica tais comportamentos. No outro dia, outra aluna contava-me que é filha única e que a mãe tem uma fotografia dela em tamanho gigante na entrada da casa, a minha mãe adora-me. As mães destes meninos também os devem adorar, tão imbecizinhos.
Possivelmente alguma coisa que comi e que me tornou invisível. Embora a comida tivesse um ar perfeitamente inocente, ele há coisas…
Pensei em dizer alguma coisa, mas se não me viam porque razão haviam de me ouvir?
A somar à má-criação só um ego desmesurado explica tais comportamentos. No outro dia, outra aluna contava-me que é filha única e que a mãe tem uma fotografia dela em tamanho gigante na entrada da casa, a minha mãe adora-me. As mães destes meninos também os devem adorar, tão imbecizinhos.
2 comments:
parabens, eu sempre soñei con ser invisible
uau, um comentário galego, seja bem vindo mueja
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