21.6.07

Solstício

os 3 anos do Miguel

Livros de bolso a 15 euros?

Estão loucos? eu li os clássicos franceses em edições bem razoáveis* de “livres de poche” de editoras várias por 4 ou 5 euros.




*Com bem menos gralhas do que o “Pânico” do Heller que ando a ler numa edição standard da D. Quixote.

Do medo (II)


No serviço onde trabalho há cinco pessoas de quem tenho medo. Cada uma dessas cinco pessoas tem medo de quatro pessoas (não contando com as sobreposições), num total de vinte, e cada uma dessas vinte pessoas tem medo de seis pessoas, perfazendo um total de cento e vinte pessoas que são temidas pelo menos por uma pessoa. Cada uma dessas cento e vinte pessoas tem medo das outras cento e dezanove, e todas essas pessoas têm medo dos doze homens de cima que contribuíram para fundar e construir a empresa e hoje são seus proprietários e dirigentes.

Joseph Heller “Pânico”

19.6.07

Afinal não sou um Marciano

A sério, por mais que me esforçasse, porque sempre me pareceu que era bem, que ficava bem dizer à séria, a sério, nunca fui capaz de dizê-lo, pelo menos com um ar sério. Agora descobri que há quem pense não ser assim tão bem, não ser assim tão natural, ser assim uma coisa como quando se é adolescente e se resolve adoptar um tipo de letra que não é o nosso porque nos dá, assim … personalidade.

Do medo





Talvez tenha sido o dia em que voltei inesperadamente para casa com febre e a garganta inflamada e surpreendi o meu pai na cama com a minha mãe que me deixou com este medo de portas, o meu medo de abrir portas, o meu medo de abrir portas e a minha desconfiança delas fechadas.

Ou talvez fosse o entendimento, que me veio cedo, de que nunca possuiria ombros largos e grandes bícipes, nem seria suficientemente bom, suficientemente alto, suficientemente forte ou suficientemente corajoso, para me tornar jogador de futebol da selecção nacional ou campeão de pugilismo; a triste e desencorajante compreensão de que, fosse o que fosse que alguma vez tentasse ser na vida , haveria sempre alguém ao meu lado que seria capaz de fazê-lo muito melhor.

Joseph Heller “Pânico”

13.6.07

Mário Soares

Há sempre alguém que diz as coisas melhor do que nós (ou do que eu). Quando mais abaixo escrevia a propósito da entrevista de Mário Soares, Mário Soares Sempre, era a isto que me referia.

12.6.07

Coisas que me irritam (III)

Blogs e Blogosfera. Periodicamente.

11.6.07

Fim de semana em Coimbra

A Feira Medieval.

A entrevista de Mário Soares na Única, Mário Soares Sempre!

O Filme de Jorgue Queiroga, Atrás das Nuvens. Um filmezinho, não entendo as 3 estrelas dos críticos do Expresso.

Coisas que me irritam (II)

Mais do que o insulto fácil, a bajulice nas caixas de comentários. Onde bajulice rima com bacoquice.

6.6.07

Coisas que me irritam (I)

A voz do Eduardo Sá, a voz do Scolari, a voz da Isabel Stilwell.

Felizmente o rádio do meu carro tem um botão para mudar para a Antena 2.

4.6.07

Ella sings

Summertime. Finalmente!